Review: Prison Break- A 2ª Temporada

A review do episódio final da segunda temporada de Prison Break terminou com uma pergunta: o que falhou neste segundo ano? Como ficou prometido, vou tentar responder a esta pergunta, revelando as minhas impressões sobre a segunda série de Prison Break, e aquilo que eu espero do terceiro ano do programa.

A primeira temporada transformou Prison Break num fenómeno de culto instântaneo: a premissa era bem original, tinha uma história envolvente e viciante, que não nos deixava parar de pensar na série. Com o final da temporada, concluía-se aquilo a que se tinha comprometido a fazer: mostrar os preparativos e concretização de uma fuga de uma prisão. O primeiro passo estava dado; agora, seria a altura de mostrar as consequências de tal acto e ver quem seria o primeiro a cair.

Logicamente, a segunda série tinha de ser completamente diferente da primeira: um cenário diferente, uma premissa diferente, personagens diferentes. Tive pena que fosse tudo demasiadamente diferente, o que contribuiu para a quebra de qualidade da série. Por um lado, é compreensível: no primeiro ano, os realizadores estavam restringidos (na maior parte do tempo) a apenas um cenário, Fox River; no segundo ano, a acção dobrou-se em vários ramos, tendo vários focos de acção nos mais diversos locais do país. Por outras palavras, a primeira temporada teve uma produção mais cuidada, pois as condições possibilitavam a tal; a segunda temporada teve uma produção menos cuidada e inovadora, feita um pouco correr, tal como a própria condição dos personagens.

No entanto, isso não é desculpa para os argumentistas terem conduzido a história por tramas menos chamativas, para além de que os buracos no próprio argumento foram aumentando cada vez mais, transformando-se em verdadeiros túneis. Na primeira temporada, o argumento também tinha pontos menos bem conseguidos, mas que eram disfarçados graças à tal produção cuidada; nesta temporada, esses descuidos intensificaram-se e saltaram ainda mais à vista.

Toda a temporada foi feita a correr, de um lado para o outro, sem parar, resultando numa série de episódios menos conseguidos, e que despoletou, em várias reviews, o meu descontentamento sobre o rumo que uma das minhas séries preferidas estava a tomar.

 Nos EUA, existe a expressão “Jump the shark”, ou “Saltar o tubarão”, numa tradução livre. Esta expressão é utilizada sempre que uma série de televisão inova de uma maneira tão grande que coloca de lado a sua premissa original, tornando-se em algo completamente diferente daquilo que era. Para terem um exemplo, qualquer série da franquia CSI, para “saltar o tubarão”, teria de focar apenas a vida pessoal dos seus personagens, deixando de existir qualquer tipo de investigação forense.

Mesmo antes da estreia da segunda temporada, esse cenário era esperado e necessário em Prison Break, pois os autores comprometeram-se, no final da temporada, a contar uma história completamente diferente na nova série. O que eu, e nem ninguém, esperava era que a série se descaracterizasse na sua totalidade, adoptando várias premissas durante a temporada e apresentando personagens que mudavam de opinião como quem trocava de roupa: o caso de Mahone (William Fichtner), neste aspecto, é o mais grave.

Contudo, talvez este meu descontentamento seja minha culpa.

Eu e a Constança Lobo, uma das colaboradores do Hotvnews, temos, várias vezes, discussões intensas sobre uma outra série: Dr. House. A Constança admite que o programa é uma daquelas séries sem grande interesse, a que se assiste quando não se tem nada melhor para fazer, não a levando a sério; eu defendo exactamente o contrário, considerando Dr. House (ainda para mais nesta temporada) uma das melhores séries da actualidade, que deixou de ser um procedural drama (série mecânica, do tipo de CSI e afins) para se tornar num drama de personagens. Eu e a Constança já concordamos em discordar, mas talvez seja ela que esteja certa: ela vê Dr. House sem grandes compromissos, apenas como uma diversão; eu não vejo Prison Break com essa mentalidade. Por isso mesmo, talvez o meu desagrado para com a série seja culpa minha.

Prison Break nunca foi, não é, e, provavelmente, nunca será a melhor série de televisão do mundo. Tem aquilo que qualquer programa de televisão tem de ter, o factor de entretenimento, e a mais não é obrigada. Nós não vemos televisão para reflectirmos exclusivamente sobre as desgraças do mundo; também vemos para nos divertirmos um pouco e distrairmo-nos dos nossos próprios problemas, e Prison Break consegue fazê-lo. Então, já fiz a promessa a mim próprio: na próxima temporada da série, vou apenas encará-la como um grande programa de entretenimento, que eu assistirei quando não tiver nada melhor para fazer (tal como a Constança faz com House), e isso deverá ser visível nas minhas reviews, caso continue com o trabalho que tenho feito até aqui para o ano. Não prometo nada, mas é isto que eu vou tentar.

No início da review do episódio Sona, escrevi a seguinte frase:

  • “Porém, nos últimos minutos, a produção resolveu criar um dos twists mais patéticos da série, de maneira a esticarem o programa por mais um ano.”

Como eu já esperava, muitas pessoas discordaram comigo, e, mais uma vez, a culpa foi minha, pois não expliquei como devia o porquê deste meu novo descontentamento. Desta vez vou fazê-lo, mas com palavras de um dos leitores dessa mesma review, Strangelove:

  • “Mas se posso concordar que houve um pouco de atabalhoamento na forma como o twist foi surgir, a verdade é que o que fica prometido (e que o espectador pode ir imaginando sobre a intriga global, bem como sobre a nova intriga prisional) é excelente!”

É exactamente isto que eu penso. Por mim, a série tinha acabado ali, mas eu sou apenas um mero espectador, não um director de televisão, e, para um director de televisão, o que interessa é aproveitar o produto bruto que tem em mãos até não poder mais, logo, tinha de se deixar material em aberto para uma nova temporada. Como este leitor disse, o twist, tal como a temporada em si, foi apressado de mais, surgindo de repente, sem se perceber muito bem porquê; no entanto, dei e dou o braço a torcer: os minutos finais da série são grandiosos, mostrando duas coisas.

Por um lado, teremos de volta aquilo que tornou a série num fenómeno de culto, mostrando o dia-a-dia numa prisão, que, desta vez, é muito mais obscura e sinistra; por outro, revela que os autores não tiveram outra alternativa a não ser conduzi-la para onde estava no início, em teoria. Atenção: isto não é um defeito! Não há série nenhuma que não se recicle de tempos a tempos; é uma maneira bastante comum entre produtores de televisão para renovar o conceito dos seus programas. Por isso, este regresso às origens é de louvar: é quase impossível não achar a ideia de fechar Michael (Wentworth Miller), Mahone, Bellick (Wade Williams) e, provavelmente, T-Bag (Robert Knepper) no mesmo lugar extremamente hilariante, uma perfeita ironia do destino.

Tal como o leitor Strangelove referiu, “(…) o espectador pode ir imaginando sobre a intriga global, bem como sobre a nova intriga prisional (…)”: é provável que tenhamos uma nova fuga da prisão, desta vez encabeçada por Lincoln (Dominic Purcell) e Sucre (Amaury Nolasco), para salvar Michael e Bellick, de modo a descobrir-se o paradeiro de Maricruz (Camille Guaty), e, como não poderá deixar de ser, Mahone e T-Bag também deverão tentar escapar com os companheiros. Quem sabe, até algum prisioneiro já enclausurado no presídio poderá tentar a fuga.

Este cenário parece-me bastante interessante, não esquecendo que temos ainda o fantasma d’A Companhia. Por um lado, a existência destes vilões é uma mais-valia para a série, mas, por outro, é uma das razões por que estou bastante apreensivo em relação à próxima temporada. No último episódio, presenciamos o seguinte diálogo:

  • Homem Mais Novo:
  • “O Michael Scofield de novo preso. Sejamos honestos: nunca pensei voltasse a ver isso. Você sabe que ele vai fugir. Está-lhe no sangue.”
  • Homem Misterioso:
  • “É exactamente isso que nós queremos que ele faça…”

Quanto a vocês não sei, mas eu fiquei com a sensação de que Michael, em criança, foi usado pel’A Companhia para a realização de alguns testes, acabando por fugir do laboratório (será aquele que apareceu no episódio, na base general?) onde se encontrava. Isso combinaria na perfeição, de certa forma, com a doença psicológica que nós sabemos que assola Michael, e que lhe permite ter uma percepção das coisas mais eficaz do que as outras pessoas. No entanto, e se se confirmar esta minha teoria, temo que a terceira temporada de Prison Break se torne na terceira série que Anjo Negro nunca teve, e que Wentworth Miller se torne na versão masculina de Jessica Alba, não me parecendo, de todo, o melhor dos cenários.

Isto são apenas suposições, que só serão dissipadas com a estreia da nova temporada de Prison Break, em Agosto nos EUA, e sabe Deus quando em Portugal. Até lá eu prometo que me vou tentar mentalizar e cumprir a promessa que fiz: não levar Prison Break tão a sério e descontrair, vendo uma série divertida e, apesar de tudo, ainda cativante.

Despeço-me, agradecendo a todos aqueles que tiveram a paciência (ou não) para ler os disparates que eu ia debitando sobre a série, e que, apesar de tudo, me deram um certo gozo. Até à próxima!

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28 Responses to Review: Prison Break- A 2ª Temporada

  1. Lídia diz:

    Concordo em todos os aspectos com a tua review. Mas felizmente já consegui encarar esta 2º temporada de Prison Break na dinamica do divertimento, principalmente apartir da segunda metade da mesma que foi francamente fraca comparando com a 1º, e a milhas de toda a 1º temporada.
    Ah…e quanto á tua opinião sobre House tens aqui a uma aliada. Há muito que a serie deixou de ser apenas um drama médico e é mais que notorio que é das series mais bem escritas da actualidade. Dialogos como em House não vejo muitos por aí. Contudo para mim a 3º temporada foi a mais irregular da serie, principalmente durante o story arc do detective Tritter que foi francamente desinteressante e inconsequente. O que foi uma desilusão já que sou da opinião que os primeiros 4 episodios da temporada mostraram o melhor House que alguma vez vi. Alem disso estou na expectativa para a 4º temporada ja que a season final deixa a certeza que alguma coisa vai mudar e para mim “em equipa que ganha não se mexe”. Mas enfim…é um passo de coragem mudar a serie.

  2. Joe Black diz:

    Ahah, como eu gostei de ler isto!

    Exactamente por que tenho este site/blog nos meus favoritos.

  3. Não podia concordar mais.

    A 2ª temporada não tem nada a ver com aquela série em que fiquei completamente viciado e envolvido quando vi pelos primeiros episódios.

  4. Nuno Palmeira diz:

    Cum Catano ó Daniel, tu gastaste o teclado 🙂 Muito boa a analise e concordo com a tua opinião a 100% (como já tinhamos falado)…

    Apesar de ter a mesma opinião que tu relactivamente a Companhia e ao Michael espero que tal não aconteca… Apesar de gostar da Jessica Alba e da participação dela no Anjo Negro, se Prision Break entrar na mesma linha de historia, sinceramente deixo de ver.

    😉

  5. vitoscano diz:

    Pode ser que se volte aos tempo antigos eu já não estava a achar piada á serie e para arrastar(como esta a acontecer com E.R.) mais uma temporada tinha de surgir algo como o que se viu. As séries sejam elas donde forem não passam de um muito bom divertimento,se bem que as vezes dão que pensar(coisas que aconteceram na nossa vida), ou fazem-nos lembrar coisas que já estavam esquecidas.(como por exemplo Lost Skinner reflexos condicionados Pavlov á muito que não ouvia falar nisso) ou até canções completamente esquecidas voltam á ribalta(quem já viu o ultimo épisodio dos Sopranos sabe do que falo ou a série casos arquivados em que a musica é muito bem utilizada).Ou ainda criam polémicas entre os fãs(mais uma vez volto aos Sopranos).Mas como ja disse não passam de um divertimento do qual eu gosto e que continuem com a qualidade que temos agora por muitos e bons anos.

  6. Constança Lobo diz:

    Oh Daniel!! Então desde quando é que Jump the Shark é uma mudança da premissa da série? O Jump the Shark é quando uma série passou o seu expoente máximo, decaindo assim a qualidade. CSI teria o seu momento Jump the Shark provavelmente se mudasse radicalmente de cast, uma vez que as pessoas se ligam às personagens. Aliás, ao longo dos anos tem sido associado ao jump the shark de CSI a saída do Grissom.

    Qto a Prison Break, de facto esta season não foi tão bem conseguida como a primeira, mas acho que está longe de ter jumped the shark. E, muito sinceramente, por mim a série podia consistir do Scofield a olhar para a distância, que eu via… 😛

    Tou curiosa para saber o que se vai passar na próxima season! Muito curiosa mesmo! E venha uma 3ª season de Dark Angel, que a mim incomoda-me pouco.

  7. Constança, quem diz mudança de premissa, diz introdução de uma história que não combina com a série em questão; eu, pelo menos, sempre foi assim que vi o termo ser utilizado.

    Segundo consta, a expressão apareceu depois de um episódio da sitcom “Happy Days” mostrar o protagonista, o famoso “Fonzie”, a saltar com uma lancha por cima de tubarões. Desde aí que a expressão é utilizada para descrever histórias “absurdas” em séries, normalmente quando estas atravessam uma crise artística, e que contribuem para uma queda de qualidade da série. E isso aconteceu com Prison Break; era inevitável.

    E quer-me parecer que o que tu disseste não difere assim muito do que eu disse, mas nós não conseguimos passar um dia sem discordar um com o outro. 😉
    Obrigado por todos os comentários até à data. 😉

    P.S.- A review está assim tão grande, Palmeira?… 😆

  8. Constança Lobo diz:

    Mas não tem a ver com uma mudança de premissa! Simplesmente há qualquer coisa que acontece que não está ao nível daquilo a que fomos estando habituados e a série acaba por não recuperar disso. Isso pode, obviamente, envolver mudanças no conceito ou premissa da série, mas só por si, a definição não é essa.

    Uma simples mudança de premissa, não é um Jump the Shark automático e, para mim, a 2ª season de Prison Break teve uma mudança de premissa, pois não era possivel continuarem a tentar sair da prisão indefinidamente. Foi menos conseguida porque estava mais dispersa, mas acho que pode facilmente recuperar na próxima temporada. Basta a coisa estar bem estruturada.

  9. vitoscano diz:

    Então parece que a SIC tambem vai entrar no Jogo do dia 07/07/07 transmitindo o ultimo episódio da melhor novela dos ultimos tempos Páginas da Vida.Concordo plenamente com isto pois era a unica coisa que SIC poderia fazer para não perder o dia completamente e se transformar num descalabro pra o canal.

  10. Daniel diz:

    Hoje às 23:00 Sin City na RTP 1. Em relação a Prison Break,gosto das duas temporadas da mesma maneira.

  11. Riky_On_The_Road diz:

    Concordo com a menina Constança.Axo que ela sim fez uma avaliação mais correcta do que foi Prison Break nestas duas temporadas.Os dois unicos defeitos desta 2ª temporada foram o excesso de twists e tudo ser muito a correr,muito rápido e disperso e com um argumento pouco estruturado.Mas não concordo que tenha sido uma temporada fraca,e que a história tenha saído da sua matriz inicial,que tenha ido por caminhos descabidos e sem nexo.Eles fugiram de Fox River, e claro foram atras daquilo que os fazia tanto sair da prisão.Do dinheiro e das suas motivações pessoais sempre com a policia atras deles.Não vejo onde a historia tenha caido em absurdo.
    Houveram episodios mais ou menos conseguidos.Os primeiros quatro estiveram ao nivel da serie anterior e depois houveram altos e baixos,momentos bons outros maus.Mas sempre a um nivel consideravel.
    De acordo com aquilo que foi o nivel medio da temporada a serie acabou,de uma forma de que não estava á espera,de maneira genial e original.O que deixa aos mais optimistas uns bons pressagios de uma grande 3ª temporada.
    Prison Break pode não ser a melhor serie do mundo mas, que até agora,nestes 44 episodios,houveram episodios perfeitos,isso houveram…de grande entretenimento e espectaculo.

  12. tvfiles diz:

    Concordo com tudo o que disseste. Espero sinceramente que a próxima temporada recupere a força da 1ª, mas não sei se vão conseguir.
    Mas esperemos que sim

  13. K.K. diz:

    Noto um certo desapontamento na sua review… é o mesmo que sinto em relação a esta 2ª temporada. A 1ª agarrou-me completamente, passei horas e horas seguidas a ver os episódios (visto que não via na tv e até vi muito antes de passar na rtp). As expectativas para a 2ª parte eram altas… se calhar demasiado altas e, pelo menos para mim, “Prison Break 2” começou a desiludir quase desde o início. Dos primeiros 12 episódios gostei bastante e depois ainda houve um outro melhor, mas depois houve algumas falhas graves, como aquelas histórias (quase) absurdas do T-Bag… enfim… depois ainda houve uns episódios em que parecia que não se sabia o que fazer com os personagens… mas admito que houve outros em que a adrenalina e o entretenimento dispararam! Isso também foi bastante positivo… mas… aquele final?? Por amor à santa!! Tenho medo… MEDO do que possam fazer com a 3ª temporada.. acho que o 1º episódio da 3ª temporada vai ter que ser um GRANDE twist, que é como quem diz, uma grande EXPLICAÇÃO (MUDANÇA) para justificar aquela estupidez que pode ser o facto de o Michael se tratar afinal de um “caso em estudo”, um “ser modificado”… epah… a sério… nem quero pensar que isto é Prison Break… vou ter esperança!

    A 2ª série é daqueles casos em que, por ter um enorme respeito à 1ª, eu quase me forço a gostar… é a tal esperança de que as coisas mudem… para melhor…

    Porque para mim até o entretenimento tem que ser coerente…

  14. Vicente diz:

    Não concordando em muitos aspectos, sei que um dos problemas da segunda temporada foram mesmo os twists que mudavam o rumo da serie a torto e a direito. Se na primeira temporada tudo tinha logica numa base de um plano previamente elaborado, na segunda eu acho que isso falha sobretudo a partir do momento em que o michael esta preocupado com a médica e com o tbag… no final tudo volta ao suposto plano de fuga, mas como se ele não sabia o que lhe iria suceder nem que fizesse 100 planos diferentes? Agora o final era necessário… a série precisava de voltar ás origens, foi isso que ficou prometido logo que a serie foi renovada.

  15. Nuno Palmeira diz:

    Não é muito grande Daniel 😛 é a tua opinião sobre uma temporada… não podia ser pequena 🙂

  16. vitoscano diz:

    Mais uma vez a TVI estragou um razoavel filme Bad Boy II(estrear este filme no dia em que grande parte do publico que o veria esta a durmir pois tinha exames no dia seguinte como aconteceu com a minha irmã, ou vai trabalhar é de doidos).E mais ainda segundo as revistas nem era este era a Chave(que tambem é um razoavel filme).Quase nunca dão filmes é noite e depois é isto que temos.

  17. vitoscano diz:

    Proximo Domingo Anatomia de Grey mas no seguinte voltamos ao mesmo, espetaclo de Homenagem á Princesa Diana nada contra mas é pena estragarem esta serie que é bastante boa.

  18. mariana diz:

    concordo plenamente com o vitoscano ,
    o que andam a fazer cm anatomia é deploravel ..
    será que eles vão passar a 3º temporada .?

    sim ^^^ pa semana , são dois episo´dios de “sobrenatural” serie que eu adoro e um de anatomia , mas na outra concerto da Diana . bha -.-´

  19. nirky diz:

    “Jumping the shark is a metaphor for the tipping point at which a TV series passes its peak or introduces plot twists which are inconsistent with what has preceded them. Once a show has jumped the shark, the viewer senses a noticeable decline in quality or feels the show has undergone too many changes to retain its original charm.”

    Definição de “Jump the Shark” segundo a wikipedia. Prison Break desenha as suas temporadas a ir saltando de tubarão em tubarão, já que a partir do momento em que se foge da prisão… Até o título da série deixa de fazer sentido. 😆

    Larguei a 2ª temporada por volta do 16 ou 17 e só voltei a pegar no último, para saber o final. É bastante mais fraca que a 1ª e toda aquela obsessão com a teoria da conspiração tornou-se francamente absurda e maçadora. Pelo menos para mim, que esse tipo de assuntos não me diz nada.

    Depois de ver toda a 1ª temporada de rompante e de estar já a considerar Prison Break uma das melhores séries dos últimos tempos, tive de retirar subtilmente a minha opinião e voltar os amores para outras séries. 😛

  20. Vicente diz:

    Isto só lá vi
    ai com reclamações… mandem mails para a rtp a protestar esta situação, eles tendem a ouvir… mas por vezs fazem ainda pior. Exijam que a série passe para a rtp2… ao menos lá sabemos que seria bem aprovietada.

  21. ricardo brito diz:

    daniel tb concordo ctg..no final tb fiquei com a ideia de que eles foram para a prisao de sona para servirem de alguma especie de cobaias..para tipo uma prisao de alta seguranca que seja impossivel se escapar .. e o final so me fez pensar mais assim pk ao longo do episodio em duas ocasioes logo ao incio quando esta o kim e o general onde dizem k so um deles e necessario e ambos sabem qual e..e no final quando ha akele dialogo dos dois homens..e pk a conspiracao desde o inicio k era para prender o michael..pk eles prenderam o burrows para cacar o michael..pk sabiam k ele tinha trabalhado para a empresa que tinha remodelado fox river..logo ai ja estavam ha espera de kk coisa dele…nao foi por acaso que tramaram o lincoln..mas tou curioso para saber todo o enredo da 3 season..ja agora alguem sabe quando comeca a 3 season nos eua?

  22. Riky_On_The_Road diz:

    Para mim só se pode fazer uma verdadeiro balanço da serie quando xegar ao seu ultimo capitulo.Se toda a intriga desde o seu inicio até ao seu epilogo fez ao algum sentido.Eu axo que é preciso ter calma e esperar pelo desvendar de toda acção,de todas as tramas e mistérios.No final é que se pode dizer se a 1ª foi melhor do que a 2ª e que a 3ª foi melhor que as outras e assim sucessivamente.Ver depois se a serie no seu global foi uma grande,media ou fraca serie.É melhor esperar para ver o que acontece.Se começou bem,é bem provavel que acabe ainda melhor.Como um qualquer grande filme!!

  23. Vânia diz:

    As duas temporadas têm histórias tão diferentes que é difícil comparar. Mas se pensarmos em níveis de empolgação esta 2º temporada foi claramente inferior.

    Começou bem , lá para o meio quase que perdi o interesse…felizmente nos episódios finais recuperou o folgo. E agora estou bastante ansiosa para a 3º temporada!

  24. Ricardo Francisco diz:

    Anjo Negro ou Pretender?

    Mais pretender…muito mais Pretender.

  25. Ricardo Francisco, já nem me lembrava de Pretender. 😆 Mas, também, já vi a série há tantos anos, que já não sei sobre o que era exactamente… 🙄

    Obrigado por todos os comentários. 😉

  26. Uau, é bestial um tipo andar para aqui a ser citado!

    Bem, numa perspectiva, “vamos lá atirar com uma posta de bacalhau para o topo da pilha”, acho que há um pormenor de que devemos ter a certeza, por mais que o Lincoln possa ser importante, quem tem de escapar é o Scofield, ele é que é o génio.
    Agora, o que a mim me parece mais motivador é o facto de ele estar agora sujeito ao total desconhecimento da prisão! Não há cá planos, tatuagens, whatever, o que vai obrigar a um trabalho de improviso e isso, bem, isso pode ser a frescura certa para não termos uma repetição da primeira temporada.

    Já agora, sobre House, peço desculpa de “meter o bedelho” mas House continua a ser um procedural drama porque desperdiçou o grande plot que teria sido o polícia que afrontava House.
    No fundo, a série é uma excelente interpretação em torno do qual existe muito pouco, sobretudo porque o character drama é da coisa mais absurdamente irritantes que tenho visto na TV.
    E pegando no que disse sobre PB, o final da Temporada de House promete muitas novidades, sim, mas não promete nada de bom para o que aí vem.
    E no House, sim, podemos ter o maior Jump Shark da TV disfarçado de evolução de personagem, mas quando chegares a essa review falamos melhor!

    Um abraço!

  27. […] Anderson (Michael Gaston;”Prison Break“), é um dos proprietários (juntamente com a familia de Skylar Stevens) da mina de sal, […]

  28. […] lado – e certamente a disputar o protagonismo das cenas com ele – terá os mais que conhecidos T-Bag (Robert Knepper) e Ian Hainsworth (Dougray […]

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